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Cão-robô armado com IA estreia em operações táticas nos EUA

Ciência

CODiAQ, o novo robô quadrúpede desenvolvido pela australiana Skyborne Technologies em cooperação com o governo dos Estados Unidos, acaba de entrar para o seleto grupo de equipamentos militares operacionais capazes de empregar força letal de forma remota. A plataforma, que lembra um cão de quatro patas, integra inteligência artificial para locomoção autônoma e pode ser equipada com lançador de granadas ou espingarda calibre 12, reduzindo a exposição de soldados em missões de alto risco.

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Projeto foca em missões de ação direta e combate urbano

Segundo informações fornecidas pela fabricante, o CODiAQ foi projetado para atuar em “missões de ação direta”, onde a rapidez na resposta e a mobilidade em terrenos complexos são decisivas. O robô possui certificação IP67, característica que assegura resistência a poeira e água, permitindo operação sob chuva intensa, lama ou areia. Essa proteção é complementada por um sistema de suspensão que lhe garante estabilidade ao subir escadas, transpor entulhos e atravessar passagens estreitas, locais onde veículos terrestres convencionais costumam enfrentar limitações.

O conjunto de hardware é reforçado por um software de controle balístico que realiza o cálculo de trajetória em tempo real. A empresa informa que o algoritmo de mira autônoma identifica, acompanha e neutraliza alvos a longas distâncias, mantendo o operador concentrado na missão estratégica e não na pilotagem contínua do robô. Todo o sistema pode ser operado por apenas um profissional, o que reduz a quantidade de pessoal exposto em campo aberto.

Sistema modular expande opções de armamento

O CODiAQ traz um compartimento de carga útil modular. Nesse espaço, o operador pode acoplar um lançador de granadas múltiplas ou adaptar uma espingarda calibre 12, dependendo da demanda de cada operação. De acordo com relatórios internos da empresa, a transição entre os módulos é realizada em poucos minutos, o que aumenta a flexibilidade logística em cenários dinâmicos.

Além do armamento principal, o robô conta com sensores ópticos de alta resolução, sistema de localização por satélite e unidade inercial para navegação em ambientes sem sinal GPS. Esses recursos, aliados à IA embarcada, permitem deslocamentos semi-autônomos por longos trechos do percurso, deixando para o humano apenas decisões críticas de emprego de força.

Primeiras unidades já foram entregues

A Skyborne confirmou que os primeiros exemplares do CODiAQ chegaram às mãos do governo norte-americano, marcando a fase inicial de testes em campo de batalha. Fontes militares ouvidas pela própria desenvolvedora apontam que o equipamento será avaliado em cenários de defesa de perímetro, contraterrorismo e patrulhas urbanas. Embora detalhes sobre cronograma de adoção permaneçam sigilosos, especialistas em defesa veem a movimentação como parte de uma tendência global de automatizar tarefas que expõem soldados a perigo direto.

Impacto potencial para a indústria de defesa

Analistas consultados por empresas de consultoria em segurança apontam que a introdução de robôs terrestres armados pode reconfigurar estratégias de engajamento no curto prazo. Um dos fatores mais citados é a redução de baixas entre as tropas: com unidades robóticas na linha de frente, a tripulação humana ficaria em postos recuados, guiando as ações por rede protegida de dados.

No mercado, fabricantes de drones e veículos não tripulados observam o avanço de plataformas quadrúpedes como sinal de diversificação de portfólio. Modelos similares, mas sem armamento, já são utilizados por equipes de inspeção industrial e resgate. A entrada de uma versão militar letal amplia a base de componentes, acelera o desenvolvimento de baterias de alta densidade e pressiona pela criação de normas internacionais sobre o uso ético de sistemas autônomos.

Para o leitor, a disseminação de robôs armados pode impactar desde debates sobre legislação de controle de armas até investimentos em pesquisa de IA, áreas que tendem a receber atenção redobrada de governos e universidades. Empresas de tecnologia, por sua vez, podem encontrar novas oportunidades de fornecer sensores, software de visão computacional e soluções de comunicação seguras.

Curiosidade

O nome CODiAQ é um trocadilho com o urso Kodiak, conhecido por força e resistência. A Skyborne escolheu a grafia alternativa para destacar o caráter cibernético do robô, combinando “Code” (código) e “Quadruped” (quadrúpede). A decisão também evita conflitos de marca com a ilha Kodiak, no Alasca, amplamente associada a bases militares e exercícios de guerra, alinhando a identidade do projeto à sua função.

Se você se interessa por avanços que unem robótica e inteligência artificial, vale acompanhar outras inovações que prometem transformar indústrias inteiras. Confira mais detalhes em nossa seção de tecnologia em Remanso Notícias e fique por dentro das próximas etapas desse debate.

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