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Novo filme Resident Evil conecta-se ao universo dos jogos e reinicia franquia nos cinemas

Entretenimento

O próximo longa-metragem baseado em Resident Evil terá ligação direta com a cronologia dos games da Capcom, informou o diretor e roteirista Zach Cregger. Previsto para chegar às salas de cinema em 18 de setembro de 2026, o projeto promete reiniciar a série nos cinemas sem reaproveitar tramas ou personagens centrais dos filmes anteriores.

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Reinício total após duas tentativas de adaptação

Entre 2002 e 2016, sete filmes live-action adaptaram o universo de Resident Evil, arrecadando cerca de US$ 1,28 bilhão com orçamento acumulado de US$ 313 milhões. Em 2021, uma nova tentativa chamada Resident Evil: Welcome to Raccoon City buscou resgatar o terror original dos jogos, mas não deu sequência em bilheteria ou crítica. Agora, Cregger — reconhecido por Barbarian e Weapons — assume a responsabilidade de apresentar uma terceira versão cinematográfica.

Segundo o cineasta, a produção “não compartilhará continuidade” com os longas anteriores nem com o filme de 2021. A decisão oferece liberdade criativa para inseri-la no mesmo universo dos jogos, especialmente os episódios Resident Evil 2, Resident Evil 3 e Resident Evil 4, lançados entre 1998 e 2005 e relançados em versões remasterizadas nos últimos anos.

História paralela dentro de Raccoon City

Cregger afirmou, em entrevistas à Polygon e à Fangoria, que o roteiro apresentará uma narrativa paralela aos acontecimentos de Resident Evil 2. “Não contarei a história de Leon nem de Claire”, explicou, referindo-se aos protagonistas clássicos dos games. “Meu enredo se passa no mesmo momento, seguindo outras pessoas afetadas pelo surto.” Dessa forma, os eventos do filme ocorrerão “ao lado” da trama conhecida pelos jogadores, mas sem interferir nos pontos canônicos já estabelecidos.

O diretor ressaltou que preferiu criar personagens inéditos para “respeitar as regras” do material original, evitando contradições com o que já foi narrado nos games. Especialistas em adaptação de franquias apontam que esse modelo reduz o risco de rejeição de fãs veteranos, ao mesmo tempo em que permite atrair novo público para a marca.

Elenco confirmado e bastidores

Até o momento, apenas dois nomes estão confirmados: Austin Abrams, conhecido por papéis em produções de streaming, e Paul Walter Hauser, premiado em 2024 por Black Bird. O restante do elenco segue em definição. A Capcom participa como consultora criativa, estratégia semelhante à adotada em animações e remakes recentes da série.

A escolha de Cregger para acumular direção e roteiro também faz parte das exigências do próprio cineasta. Em declarações públicas, ele indicou que aceitaria comandar o projeto apenas se pudesse escrever a história, garantindo coesão entre visão autoral e fidelidade à franquia.

Parceria cross-mídia e potencial de expansão

Relatórios da indústria indicam que a Capcom busca integrar cinema, jogos e streaming em um ecossistema narrativo unificado. Ao alinhar a trama do novo longa com a cronologia oficial, a empresa reforça esse plano de expansão trans-mídia, estratégia adotada por outras marcas de entretenimento para ampliar engajamento e receita.

Novo filme Resident Evil conecta-se ao universo dos jogos e reinicia franquia nos cinemas - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

Além disso, o desempenho comercial anterior mostra que o público permanece interessado em adaptações de Resident Evil. Mesmo sem aprovação unânime da crítica, os filmes acumulam bilheteria sólida e mantêm relevância nos serviços de vídeo sob demanda. Segundo analistas do mercado cinematográfico, a nova abordagem — mais próxima dos jogos — pode equilibrar retorno financeiro e reconhecimento crítico, fator crucial para a longevidade da série.

O que muda para os fãs e para o mercado

Para o espectador, a principal novidade é acompanhar uma história inédita que expande a mitologia de Raccoon City sem repetir protagonistas. A decisão amplia o universo de Resident Evil e abre espaço para continuações ou séries derivadas que coexistam com os jogos futuros. Para a indústria, o projeto servirá de teste sobre a viabilidade de filmes totalmente integrados a franquias de videogame, modelo que pode influenciar outras marcas a seguir caminho semelhante.

Se a estratégia obtiver sucesso, jogadores podem esperar futuras produções que se conectem diretamente aos lançamentos da Capcom, criando experiências complementares em diferentes plataformas. Já o público que não acompanha os games poderá consumir a história de forma independente, fortalecendo a base de fãs.

Curiosidade

Nos primeiros rascunhos de Resident Evil 2, datados de 1997, a Capcom cogitou protagonizar o enredo com um time de agentes da S.T.A.R.S. diferente de Leon e Claire. Embora descartada, a ideia de focar em personagens paralelos inspirou várias mídias derivadas, como romances e HQs. O filme de Zach Cregger, ao adotar essa linha, resgata um conceito que quase chegou aos consoles há mais de duas décadas.

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