“The Conjuring: Last Rites” chega aos cinemas norte-americanos em 5 de setembro de 2025 com a missão de encerrar a série principal inspirada nos arquivos dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren. Projeções de bilheteria indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 32 milhões e US$ 39 milhões no fim de semana prolongado do Labor Day, valor alinhado às estimativas iniciais de até US$ 40 milhões.
Franquia ultrapassa US$ 2 bilhões e mantém custos controlados
Ao longo de mais de uma década, o universo “The Conjuring” superou US$ 2 bilhões em receita global, consolidando-se como um dos pilares da Warner Bros. O estúdio manteve a estratégia de orçamentos contidos: nenhum dos títulos ultrapassou US$ 40 milhões de produção, modelo que deve ser repetido em “Last Rites”.
Esse controle de gastos tem sido compensado por forte apelo do público internacional. O primeiro “The Conjuring” (2013), dirigido por James Wan, totalizou US$ 319,4 milhões, sendo US$ 182 milhões fora dos Estados Unidos. O padrão se repetiu em spin-offs como “Annabelle” (US$ 257 milhões) e “A Freira” (US$ 366 milhões), mesmo com recepção crítica moderada.
Expectativa de manter a sequência de aberturas acima de US$ 40 milhões
“Last Rites” tentará prolongar a série de recordes do estúdio: os últimos seis lançamentos da Warner abriram com pelo menos US$ 40 milhões. A lista inclui títulos de grande orçamento, como “Superman” (US$ 125 milhões), e produções de terror, caso de “Weapons” (US$ 43,5 milhões). Se alcançar o teto das previsões, o novo capítulo de “The Conjuring” garante a continuidade dessa marca.
O cenário de estreia favorece o desempenho. O mês de agosto registra poucos lançamentos de grande apelo, limitando a concorrência a produções menores, como “Caught Stealing” e o remake de “The Toxic Avenger”. Com a ausência de disputas relevantes, a procura por um título de impacto pode impulsionar a bilheteria de abertura.
Retorno do elenco e caso real de 1986
Vera Farmiga e Patrick Wilson voltam a interpretar o casal Warren no que é divulgado como “o caso que encerrou tudo”. O roteiro adapta o suposto assombro da família Smurl, ocorrido em 1986, e descrito mais tarde no livro “The Haunted”. A direção fica novamente com Michael Chaves, responsável por “The Conjuring: The Devil Made Me Do It” (2021).
Mercado de terror em alta reforça projeções
Os resultados do gênero em 2025 reforçam as expectativas otimistas. Títulos como “Sinners” (US$ 365,8 milhões), “Final Destination Bloodlines” (US$ 287,1 milhões) e “28 Years Later” (US$ 150 milhões) comprovaram a disposição do público por produções assustadoras, três delas também distribuídas pela Warner. Caso a crítica seja favorável a “Last Rites”, analistas avaliam que a estreia pode se aproximar da faixa superior das previsões.

Imagem: Internet
Com custos moderados, histórico de bom desempenho internacional e uma janela de lançamento praticamente sem rivais, “The Conjuring: Last Rites” tem condições de encerrar a série principal mantendo a rentabilidade que transformou o universo dos Warren em referência do terror contemporâneo.
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Resumo e CTA: A conclusão da saga “The Conjuring” estreia com projeções sólidas, sustentadas por orçamento enxuto, elenco conhecido e agenda favorável. Fique atento às atualizações de bilheteria e reveja os marcos desse universo de horror acompanhando nossos próximos artigos.
Curiosidade
O caso Smurl, base de “Last Rites”, atraiu atenção nacional nos EUA na década de 1980. A família alegou ter enfrentado múltiplas entidades malignas durante anos, relato que os Warren investigaram detalhadamente. O episódio resultou em debates públicos sobre fenômenos sobrenaturais e inspirou programas de TV na época, antecedendo a adaptação cinematográfica que agora encerra a série principal.