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SpaceX lança 29 satélites Starlink em voo noturno e ultrapassa 9 mil unidades em órbita

Tecnologia

Cabo Canaveral, Flórida — A SpaceX realizou mais um lançamento bem-sucedido do programa Starlink, colocando 29 satélites em órbita baixa da Terra na noite de terça-feira, 18 de novembro, às 19h12 (horário da Costa Leste dos EUA). O foguete Falcon 9 partiu da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral e, pouco mais de 8 minutos depois, o primeiro estágio pousou no navio-plataforma “A Shortfall of Gravitas”, no Atlântico.

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Com essa missão, o número de satélites Starlink operacionais ultrapassa oficialmente a marca de 9 000 unidades, de acordo com o astrofísico e rastreador de satélites Jonathan McDowell. Para a SpaceX, trata-se de mais um passo na estratégia de oferecer internet de alta velocidade em escala global.

Detalhes do lançamento e da recuperação

O Falcon 9 utilizado nesta operação carregava a designação B1085 e realizou seu 12.º voo — evidenciando o enfoque da empresa na reutilização de estágios para reduzir custos. Assim que completou a separação de estágios, a parte superior seguiu rumo à órbita prevista, libertando a carga útil cerca de 65 minutos após a decolagem. Enquanto isso, o primeiro estágio executou a tradicional sequência de retropropulsão antes de pousar verticalmente na balsa autônoma.

Segundo dados oficiais da SpaceX, esta foi a 148.ª missão do Falcon 9 em 2025, sendo 107 voltadas à expansão da constelação Starlink. A taxa de reutilização dos propulsores vem crescendo: cada booster é certificado para múltiplos voos após inspeções e manutenções, prática que especialistas consideram crucial para a sustentabilidade financeira das operações de lançamento comercial.

Expansão da constelação e metas para 2025

O lote recém-lançado faz parte do plano de aumentar significativamente a capacidade do serviço de banda larga via satélite. Antes da missão, 8 979 satélites estavam ativos; agora, esse total supera 9 000, consolidando a Starlink como a maior constelação de satélites em operação. A empresa pretende manter cadência elevada de lançamentos para fortalecer cobertura, reduzir latência e abrir espaço para novos pacotes de serviços, inclusive voltados a setores como aviação, navegação marítima e conectividade rural.

Além das missões do Falcon 9, a SpaceX realizou cinco voos suborbitais de teste com o Starship em 2025. O megafoguete, projetado para ser totalmente reutilizável e com capacidade de transportar cargas maiores, é apontado pela empresa como peça central para futuras missões tripuladas à Lua e a Marte, bem como para a próxima fase de expansão da Starlink.

De acordo com relatórios da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC), a SpaceX tem autorização para operar até 12 000 satélites em altitudes variadas. Existe ainda um pedido complementar para mais 30 000 unidades na chamada “Geração 2” da constelação, que trará melhorias de potência e capacidade de transmissão.

Desafios e implicações para o setor espacial

A escalada no número de satélites em órbita chama a atenção de agências reguladoras e astrônomos. Pesquisadores alertam para o aumento do risco de colisões e possíveis impactos na observação astronômica. Em resposta, a SpaceX afirma que seus satélites contam com sistemas autônomos de manobra e que a empresa segue protocolos internacionais de mitigação de detritos.

No aspecto econômico, a constelação Starlink pressiona concorrentes do segmento de internet via satélite a acelerar projetos semelhantes. Operadoras como OneWeb e Amazon Kuiper vêm ampliando investimentos para não ficar atrás no mercado de conectividade global. Analistas do setor preveem que, até 2030, a demanda corporativa e governamental por serviços de baixa latência deverá dobrar, impulsionando ainda mais a corrida por capacidade orbital.

SpaceX lança 29 satélites Starlink em voo noturno e ultrapassa 9 mil unidades em órbita - Imagem do artigo original

Imagem: Mike Wall published

Para o consumidor final, o avanço da Starlink significa maior oferta de internet em áreas remotas ou mal atendidas por redes terrestres. Segundo especialistas em telecomunicações, a crescente densidade de satélites pode reduzir custos de operação e, consequentemente, os preços dos kits de usuário, tornando o serviço mais competitivo em comparação a provedores tradicionais.

Impacto para o leitor

A consolidação de mais de 9 000 satélites Starlink em órbita tende a ampliar a disponibilidade de banda larga globalmente, inclusive no Brasil. Isso pode resultar em alternativas de conectividade para escolas rurais, empreendedores em regiões isoladas e órgãos públicos que dependem de comunicação estável em locais de difícil acesso. A longo prazo, a competição no setor deve estimular melhorias de preço e qualidade também nas redes terrestres.

Curiosidade

Embora os satélites Starlink sejam minúsculos em comparação com grandes telescópios espaciais, cada unidade possui painéis solares que, se somados, representam quase a mesma área coletora de luz do famoso telescópio Hubble. Essa dimensão coletiva ajuda a explicar por que astrônomos monitoram de perto a presença dos satélites no céu noturno.

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