O musical “The Rocky Horror Picture Show” alcança meio século de existência em 2025 mantendo o status de fenômeno cult nos cinemas e em sessões especiais de Halloween. Lançado em 1975, o longa consolidou Tim Curry, Susan Sarandon e outros nomes em Hollywood, além de inspirar incontáveis exibições interativas mundo afora. Cinco décadas depois, o destino de cada integrante do elenco original revela caminhos diversos, alguns ainda ligados ao filme e outros afastados da vida artística.


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Astros que seguiram ativos no cinema e na televisão
Tim Curry, hoje com 78 anos, tornou-se sinônimo do extravagante Dr. Frank-N-Furter. Após o sucesso de 1975, o ator participou de produções como “Os Sete Suspeitos” (1985) e “It: Uma Obra-Prima do Medo” (1990), além de receber três indicações ao Tony. Em 2012, sofreu um acidente vascular cerebral que reduziu sua mobilidade, mas ele continua ativo em participações especiais, incluindo o remake televisivo de 2016, onde atuou como o Criminologista.
Susan Sarandon, que deu vida a Janet Weiss, acumulou mais de quatro décadas de carreira de destaque. Conquistou o Oscar de Melhor Atriz por “Os Últimos Passos de um Homem” (1995) e manteve presença constante no cinema, passando por “Thelma & Louise” (1991) e, mais recentemente, “Besouro Azul” (2023). Na televisão, interpretou Bette Davis em “Feud” (2017) e protagonizou a série “Monarch” (2022), confirmando a versatilidade que a tornou referência na indústria.
Barry Bostwick, intérprete do certinho Brad Majors, alternou Broadway, cinema e TV. Ele já havia sido o primeiro Danny Zuko no musical “Grease”, mas, após “Rocky Horror”, venceu o Tony em 1977 por “The Robber Bridegroom” e estrelou a sitcom “Spin City”. Recentemente, participou de “The Potwins” (2024) e mantém presença em convenções comemorativas do longa.
Responsável por criar a peça original e coescrever o roteiro do filme, Richard O’Brien (Riff Raff) continuou a escrever musicais e apresentou o game show britânico “The Crystal Maze” nos anos 1990. Ele ainda emprestou sua voz à animação “Phineas and Ferb” e, em 2015, retornou ao universo de sua principal criação como Narrador em temporada limitada no West End de Londres.
Quem trocou os holofotes por outras atividades
Peter Hinwood, o “homem perfeito” Rocky, deixou a carreira artística pouco depois da estreia do filme. Atualmente, trabalha como comerciante de antiguidades em Londres. Em entrevistas, afirmou sentir constrangimento ao rever sua atuação, preferindo a discrição da vida fora dos palcos.
Patricia Quinn, que ficou marcada como Magenta, reduziu a frequência de papéis na TV e no cinema, mas segue ligada ao legado do musical. Ela participa de exibições especiais, concede autógrafos e canta trechos da trilha sonora em eventos para fãs. Segundo a atriz, o filme continua a conquistar novos públicos porque “cada geração apresenta a obra para seus filhos”.
Nascida na Austrália, Nell Campbell (Columbia) investiu na música após o longa, lançando singles como “Do the Swim”. Embora longe dos grandes estúdios, retomou a personagem em shows temáticos em 2020 e atuou no filme “Seriously Red” (2022). Ela também administra negócios no setor de hospitalidade e é mãe de Matilda, fruto de relacionamento com o ex-parceiro Eamon Roche.
Falecimentos que marcaram o legado do clássico
O cantor e ator Meat Loaf, que interpretou Eddie, conciliava as filmagens de 1975 com a produção do disco “Bat Out of Hell”, responsável por 43 milhões de cópias vendidas. Ele morreu em 2022, aos 74 anos, deixando grande influência no rock e no cinema.
Charles Gray, narrador e “Criminologista” do filme, era reconhecido por papéis de vilão na franquia James Bond. Prosseguiu em produções britânicas de teatro e TV até falecer em 2000, aos 71 anos, vítima de câncer.

Imagem: Internet
Impacto cultural e mercado de exibições interativas
Cinco décadas depois, “The Rocky Horror Picture Show” continua a atrair sessões de meia-noite, principalmente na América do Norte e na Europa. De acordo com dados de redes de cinema independentes, o longa figura entre os títulos mais lucrativos em reprises especiais, superando produções recentes na bilheteria por sala.
Para especialistas em cultura pop, a combinação de trilha sonora marcante, participação do público e temas de transgressão sexual explica a longevidade do filme. Estudos acadêmicos sobre recepção de cult movies apontam que obras com forte caráter performático tendem a se reinventar, criando uma “economia de fã” sustentada por merchandising, ingressos e turismo em locais de filmagem.
O aniversário de 50 anos deve ampliar esse movimento. Produtoras de teatro planejam montagens contemporâneas, e algumas redes de streaming avaliam colocar versões remasterizadas no catálogo, segundo relatórios do setor de entretenimento. Para o espectador, isso significa maior oferta de produtos, edições comemorativas em mídia física e novas oportunidades para vivenciar o “Time Warp” em tela grande.
O que muda para o público: a celebração do cinquentenário tende a multiplicar eventos temáticos, reforçando a economia criativa que cerca o título. Fãs podem esperar mais lançamentos de colecionáveis, shows ao vivo e edições especiais, enquanto o setor de exibições encontra um modelo sustentável de receita fora dos lançamentos convencionais.
Curiosidade
Embora “The Rocky Horror Picture Show” seja exibido majoritariamente em cinemas, o Guinness World Records reconhece o filme como a produção em cartaz há mais tempo de forma ininterrupta. Essa marca, iniciada em 1976, mantém sessões regulares em pelo menos um cinema nos Estados Unidos até hoje, reforçando a ideia de que nenhum outro longa usufrui de presença tão constante na telona.
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