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Peacemaker desafia continuidade dos dois filmes Esquadrão Suicida e reacende debate sobre multiverso

Entretenimento

Alerta de spoilers: este texto aborda eventos do terceiro episódio da segunda temporada de Peacemaker, intitulado “Another Rick Up My Sleeve”.

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Flashback expõe nova contradição envolvendo Rick Flag e June Moone

A segunda temporada de Peacemaker, disponível semanalmente na HBO Max, introduziu mais um conflito de continuidade entre os filmes “Suicide Squad” (2016), dirigido por David Ayer, e “The Suicide Squad” (2021), de James Gunn. No episódio três, um flashback mostra Rick Flag Jr. (Joel Kinnaman) mantendo um relacionamento paralelo com Emilia Harcourt (Jennifer Holland) enquanto ainda namorava June Moone, hospedeira da feiticeira Enchantress (Cara Delevingne).

A cena se passa pouco antes dos eventos do longa de 2021. No entanto, de acordo com a trama apresentada em 2016, Enchantress é derrotada e June se torna humana anos antes. Apesar disso, Flag afirma que não pode terminar com June porque teme que ela “abra um buraco no planeta”, sugerindo que a personagem ainda possuiria poderes. O diálogo, tratado como fato corriqueiro por Harcourt, cria uma incongruência direta com o desfecho do primeiro filme.

Para complicar further, o episódio relembra que Christopher Smith, o Peacemaker vivido por John Cena, matou Rick Flag Jr. durante a missão em Corto Maltese no filme de 2021. Esse ato é central para a culpa que o protagonista carrega desde a primeira temporada.

Rick Flag Sr. assume a A.R.G.U.S. e pressiona Peacemaker

Além do retorno do passado de Rick Jr., a série introduz Rick Flag Sr. (Frank Grillo) como novo diretor da A.R.G.U.S.. O veterano, ciente da morte do filho, utiliza sua posição para perseguir Peacemaker. Segundo o roteiro, a proximidade hierárquica entre os personagens reforça a tensão interna da equipe e amplia o arco de redenção do protagonista.

Especialistas em narrativa seriada apontam que a inclusão de Flag Sr. cria um triângulo dramático: a culpa de Smith, o luto do pai e a obrigação institucional de ambos servirem ao mesmo órgão. O movimento conecta a série a elementos clássicos de histórias de espionagem, aumentando o potencial de conflito nas próximas semanas.

Multiverso e reedição de eventos dão sustentação a novas contradições

Não é a primeira vez que Peacemaker altera a própria continuidade. No começo da segunda temporada, o resumo “previously on” substitui a participação da Liga da Justiça do DCEU por uma Justice Gang, versão alternativa do grupo. Logo depois, a narrativa apresenta um universo espelhado em que Peacemaker é um herói de sucesso, com família viva e admiradores.

Segundo roteiristas entrevistados em material promocional, a estratégia de James Gunn visa legitimar pequenas divergências entre produções e adaptar personagens para o novo DC Universe em construção. Ao incorporar a lógica de realidades paralelas, a série ganha liberdade para justificar escolhas conflitantes, como o status de Enchantress ou a presença simultânea dos dois filmes do Esquadrão Suicida no mesmo cânone ampliado.

Analistas do setor lembram que a Marvel já adotou modelo semelhante com seu MCU, especialmente após Loki e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. A decisão da DC de seguir caminho análogo pode abrir espaço para coexistência de reboots, séries derivadas e longas com classificações distintas.

Impacto para o público e para a estratégia da HBO Max

Para o espectador, a multiplicidade de linhas temporais traz benefícios e riscos. Por um lado, permite reintroduzir personagens queridos, como Rick Flag Jr., sem anular momentos dramáticos anteriores. Por outro, pode gerar confusão, exigindo maior atenção para compreender em que realidade cada evento ocorre.

Peacemaker desafia continuidade dos dois filmes Esquadrão Suicida e reacende debate sobre multiverso - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

Do ponto de vista de mercado, relatórios de audiência indicam que franquias com narrativas interligadas tendem a aumentar o tempo de permanência dos assinantes nas plataformas de streaming. Ao lançar episódios semanais, a HBO Max estimula discussões contínuas nas redes sociais, favorecendo teorias e análises que mantêm a série em evidência.

Segundo consultorias de mídia, a adoção do multiverso facilita a expansão de catálogos ao reutilizar cenários e elencos, reduzindo custos de produção sem sacrificar o apelo de novidade. Caso funcione, a fórmula pode ser replicada em futuros títulos do DC Universe.

O que esperar dos próximos episódios

A agenda oficial da plataforma confirma a exibição de novos capítulos todas as quintas-feiras. Embora a Warner Bros. não divulgue detalhes de roteiro, produtores sinalizaram que “consequências reais” surgirão para Peacemaker conforme Flag Sr. aprofunda investigações internas. Há ainda a expectativa de que a série esclareça se June Moone mantém poderes ou se o comentário de Rick Jr. pertence a outra linha temporal.

Para o público geral, essa abordagem pode redefinir a forma como grandes franquias lidam com retcons. Se confirmada, a explicação multiversal abrirá o caminho para revisitar tramas que pareciam encerradas, aumentando o ciclo de vida de personagens e produtos relacionados.

Curiosidade

No universo dos quadrinhos da DC, June Moone apareceu pela primeira vez em 1966 na revista Strange Adventures. Na época, a personagem alternava entre artista plástica comum e a poderosa Enchantress, muito antes de conceitos de multiverso se popularizarem. Agora, quase seis décadas depois, ela volta a ser peça-chave para discutir realidades paralelas na televisão.

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