O BitLocker, ferramenta nativa de criptografia da Microsoft, oferece um mecanismo simples para recuperar a chave de segurança diretamente no Entra ID, serviço de gerenciamento de identidades corporativas. O procedimento atende a equipamentos que foram reconfigurados ou que, por qualquer razão, solicitam a chave de recuperação logo na inicialização do Windows. A seguir, veja como localizar o código em segundos e entenda por que essa funcionalidade reduz perdas de dados em ambientes empresariais.


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Passo a passo para encontrar a chave de recuperação
Segundo o guia disponibilizado pela Microsoft, a localização da chave no Entra ID exige apenas acesso ao portal de identidades corporativas. O processo envolve cinco etapas:
1. Abrir o endereço entra.microsoft.com e fazer login com credenciais autorizadas.
2. No menu lateral, selecionar “Dispositivos” e clicar em “Todos os dispositivos”.
3. Escolher o equipamento desejado na lista apresentada.
4. No painel do dispositivo, acessar “Chaves do BitLocker (Versão Prévia)”.
5. Clicar em “Mostrar a chave de recuperação” para exibir o código alfanumérico completo.
Com a sequência copiada, o usuário digita o código no momento em que o Windows solicita a verificação. O sistema é liberado imediatamente, permitindo o acesso normal aos arquivos armazenados na máquina.
Segurança reforçada no gerenciamento de dispositivos
O BitLocker faz parte da família de recursos de segurança do Windows desde a versão Vista. Quando ativado, o recurso cifra todo o conteúdo do disco rígido ou SSD, exigindo autenticação antes de montar a unidade. Caso ocorra uma troca de hardware crítico, restauração de sistema ou bloqueio de firmware, a plataforma solicita a chave de recuperação.
Ao integrar o armazenamento dessas chaves ao Entra ID — anteriormente conhecido como Azure Active Directory — a Microsoft reduz dependências de processos locais, como impressão da chave ou cópia em pen drives. Relatórios de administradores de TI indicam que o recurso diminui o tempo médio de recuperação de dispositivos em cerca de 40%, além de minimizar riscos de extravio de informações sensíveis.
Na prática, o endpoint passa a ser gerenciado por políticas unificadas, garantindo que dados críticos permaneçam acessíveis apenas a usuários autorizados. Segundo especialistas em cibersegurança, a centralização das chaves em nuvem também facilita auditorias de compliance, pois cada acesso fica registrado no log do Entra ID.
Impacto para empresas e profissionais de TI
Companhias que adotam o Microsoft 365 ou que mantêm infraestrutura híbrida encontram, nesse procedimento, uma solução de recuperação rápida e padronizada. Ao evitar formatações desnecessárias e redução de produtividade, o recurso representa economia de tempo e de custos com suporte técnico. Além disso, políticas de backup corporativo ganham reforço, pois os dados permanecem protegidos mesmo quando o dispositivo é extraviado ou sofre tentativa de invasão.
Para o usuário final, o processo simplificado dispensa abertura de chamados para a equipe de TI. Em situações críticas — como viagens a trabalho ou projetos em andamento —, a autonomia para recuperar o acesso ao Windows em poucos minutos mantém a continuidade das operações.

Imagem: Internet
Outra vantagem citada por consultorias de segurança é a menor exposição a ataques de engenharia social. Como a chave não é armazenada localmente nem enviada por e-mail, adversários têm dificuldade maior para interceptar ou fraudar o código.
Análise de impacto
Para leitores que utilizam notebooks corporativos ou gerenciam parques de máquinas, a possibilidade de encontrar a chave do BitLocker no Entra ID pode eliminar horas de inatividade e frustração. A funcionalidade reforça a tendência de centralização da administração de endpoints em nuvem e serve como modelo para outras soluções de criptografia. À medida que requisitos de LGPD e normas internacionais de proteção de dados se tornam mais rígidos, métodos transparentes de recuperação ganham relevância estratégica.
Se a sua empresa ainda mantém processos manuais para guardar chaves de segurança, considerar a migração para o Entra ID pode representar não apenas conveniência, mas também aderência às melhores práticas de governança digital.
Curiosidade
Você sabia que o BitLocker utiliza o algoritmo de criptografia XTS-AES com chaves de 128 ou 256 bits? Esse padrão, adotado pela maioria das forças armadas e agências governamentais, é o mesmo aplicado em dispositivos de armazenamento classificados para uso em ambientes com requisitos máximos de sigilo. A integração automática com o Entra ID garante que a proteção de nível militar esteja ao alcance de qualquer computador Windows gerenciado na nuvem.
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