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Jessica Jones reaparece em vídeo vazado e confirma retorno ao MCU

Entretenimento

Quase uma década após sua primeira aparição em live-action, a investigadora super-poderosa Jessica Jones deve voltar oficialmente ao Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Um vídeo exibido na New York Comic Con (NYCC) e posteriormente vazado nas redes sociais revelou a atriz Krysten Ritter caracterizada como a personagem durante as gravações de “Daredevil: Born Again”, nova série do Disney+. O material não confirmado pelos estúdios, mas amplamente divulgado por fãs presentes no evento, mostra a heroína com o mesmo figurino e postura que a tornaram popular na série produzida pela antiga parceria Marvel/Netflix.

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Vídeo vazado indica participação direta na segunda temporada de Demolidor

A gravação clandestina exibida na NYCC integra o trailer interno da segunda temporada de “Daredevil: Born Again”. Nas imagens, Ritter surge usando o característico casaco de couro e jean rasgados, detalhe que sugere a manutenção da identidade visual estabelecida em 2015. Segundo pessoas que assistiram à prévia, a personagem aparece em uma cena noturna ao lado de Matt Murdock (Charlie Cox), ampliando a expectativa por uma união entre os vigilantes de Hell’s Kitchen.

Fontes internas da indústria ouvidas por veículos especializados explicam que a Marvel Studios decidiu preservar a continuidade de certos personagens de rua, em vez de reiniciá-los por completo. A mesma estratégia já contemplou o retorno de Cox e de Vincent D’Onofrio como Rei do Crime. Agora, com Jessica Jones no roteiro, o estúdio sinaliza intenção de reintroduzir todos os chamados “Defensores” — grupo que incluía Luke Cage, Punho de Ferro e Justiceiro.

Por que a Marvel revisita as séries da era Netflix

A reaproximação com personagens das produções originais da Netflix atende a diferentes fatores. Analistas apontam que, ao aproveitar atores já aprovados pelo público, o estúdio economiza tempo de desenvolvimento e mantém a base de fãs engajada. Além disso, dados da Nielsen indicam que séries como “Jessica Jones” e “Demolidor” continuam entre os títulos mais assistidos da categoria super-herói nas plataformas on-demand, mesmo anos após a conclusão.

No campo narrativo, o chamado “nível de rua” do MCU vinha sem destaque desde a Fase 3 dos filmes. Ao reinserir Jessica e outros vigilantes, a Marvel amplia o leque de tramas urbanas, diferenciando-se da escala cósmica vista em “Vingadores: Ultimato” ou do multiverso de “Doutor Estranho”. Para especialistas em roteiro, esse contraste ajuda a renovar o interesse do público, oferecendo histórias mais pé no chão e próximas da realidade das grandes cidades.

Impacto para o mercado de streaming e cronograma da série

“Daredevil: Born Again” sofreu reajustes após as paralisações causadas pela greve de roteiristas e atores de 2023. De acordo com documentos de produção, as filmagens foram retomadas em meados de setembro de 2024, com previsão de estreia para 2025 no Disney+. A inclusão de Jessica Jones adiciona valor de marca e pode impulsionar a retenção de assinantes, movimento importante em um cenário de concorrência crescente com plataformas como Netflix, Prime Video e Max.

Relatórios financeiros da Disney apontam que títulos ligados a franquias consolidadas tendem a reduzir o churn no primeiro trimestre após o lançamento. A empresa aposta em lançamentos seriados para sustentar o engajamento, estratégia semelhante à aplicada com “The Mandalorian” no universo Star Wars. Jessica Jones, portanto, representa não apenas um elemento criativo, mas um componente de negócios para o serviço de streaming.

Recepção dos fãs e possíveis caminhos para a personagem

Nas redes sociais, o retorno de Krysten Ritter repercutiu positivamente. Hashtags relacionadas à heroína alcançaram os trending topics do X (antigo Twitter) horas após o vazamento. Comentários demonstram expectativa por interações com outros nomes da fase Netflix, especialmente o Justiceiro de Jon Bernthal, já confirmado no MCU.

Escritores próximos à produção afirmam que Jessica Jones deve manter suas características centrais: investigações privadas, traumas pessoais e força sobre-humana. Fontes sugerem que a personagem poderá atuar como parceira eventual de Murdock, em vez de ganhar série solo de imediato. Essa abordagem permite testar a recepção em um ambiente compartilhado antes de investir em uma nova temporada própria.

O que muda para o público e para a franquia

A confirmação de Jessica Jones evidencia a estratégia da Marvel de integrar gradualmente propriedades adquiridas ou licenciadas em anos anteriores. Para o espectador, isso significa mais coesão entre personagens que antes estavam dispersos, facilitando a compreensão de linhas narrativas e incentivando maratonas. No mercado, a decisão reforça o posicionamento do Disney+ como destino único para o catálogo de heróis da empresa, reduzindo a fragmentação de conteúdo.

Para quem acompanha o MCU desde a primeira fase, a volta da detetive, somada aos anúncios de Demolidor e Justiceiro, sugere que a próxima etapa da franquia dará espaço a enredos menos monumentais, mas igualmente relevantes. Caso o formato funcione, especialistas preveem a reativação de outras propriedades urbanas, como Luke Cage, promovendo diversidade de estilos dentro do mesmo universo.

Se você quer acompanhar as próximas confirmações de elenco e detalhes de “Daredevil: Born Again”, continue lendo as atualizações em nossa editoria de Entretenimento, onde publicamos novidades diárias sobre o universo Marvel.

Curiosidade

Pouca gente sabe, mas a primeira aparição de Jessica Jones nos quadrinhos estava planejada para a revista “Homem-Aranha” em 2001. O roteiro original foi alterado de última hora, e a personagem ganhou série própria, “Alias”, sob o selo adulto MAX. A troca permitiu que temas mais maduros, como transtorno de estresse pós-traumático e dependência alcoólica, fossem explorados sem restrições — traços que a produção da Netflix manteve fielmente e que devem ser revisitados no MCU.

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