O ciclo lunar recomeça neste sábado, 27 de setembro de 2025, com a Lua em fase Nova. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o satélite natural está atualmente com 24 % de sua superfície iluminada e em crescimento. A próxima mudança significativa ocorrerá em dois dias, quando se inicia a fase Crescente.


SUPER OFERTA DO MAIS VENDIDO - Apple iPhone 16 (128 GB) – Preto


Calendário lunar de setembro de 2025
Dados oficiais do Inmet indicam que o mês trouxe quatro alterações principais no aspecto da Lua:
- Lua Cheia – 7 de setembro, às 15h10
- Lua Minguante – 14 de setembro, às 07h35
- Lua Nova – 21 de setembro, às 16h54
- Lua Crescente – 29 de setembro, às 20h54
Com a fase Nova iniciada no dia 21 e visível de forma mais marcada hoje, o satélite avança para o Quarto Crescente na madrugada do dia 29. Especialistas em astronomia lembram que cada fase dura, em média, sete dias, compondo um ciclo completo — a lunação — de 29,5 dias.
Entenda cada fase e seu posicionamento
A configuração entre Sol, Terra e Lua define como o disco lunar aparece no céu noturno:
Lua Nova – A Lua posiciona-se entre a Terra e o Sol. O lado iluminado fica voltado para o Sol, enquanto a face voltada para a Terra permanece escura. Nessa etapa, a Lua quase não é vista a olho nu, exceto durante eclipses ou por meio de observação especializada.
Lua Crescente – Após a fase Nova, surge um fino arco luminoso que aumenta a cada noite. Quando metade do disco é iluminada, ocorre o Quarto Crescente. Essa transição representa o desenvolvimento de um novo ciclo.
Lua Cheia – A Terra passa a ficar entre o Sol e a Lua. Assim, a face voltada para nós é totalmente iluminada, gerando a imagem do disco completo e brilhante. É a fase de maior visibilidade e costuma atrair observadores, fotógrafos e entusiastas de fenômenos celestes.
Lua Minguante – Com o avanço do ciclo, a área iluminada diminui gradualmente até que apenas metade do satélite permaneça visível, caracterizando o Quarto Minguante. O processo segue até que o disco fique totalmente escuro novamente, reiniciando o ciclo na Lua Nova.
Impacto para observação e fotografia
Segundo astrônomos, a fase Nova favorece a visualização de outros corpos celestes, como aglomerados estelares e galáxias, pois o céu fica menos ofuscado. Já para quem busca fotografar a Lua, o período ideal será a Lua Crescente, quando sombras evidenciam relevo e crateras.
Diversos guias de astrofotografia recomendam ajustar a exposição da câmera para tempos mais curtos durante a Crescente e mais longos na Minguante. Além disso, filtros de densidade neutra ajudam a equilibrar o brilho em noites de Lua Cheia, evitando saturação.

Imagem: Shutterstock
Comparativo com ciclos anteriores
Relatórios do Observatório Nacional mostram que a lunação de setembro repete o padrão médio de 29,5 dias, sem desvios significativos. Em agosto, por exemplo, o intervalo entre Luas Novas foi de 29,4 dias, diferença considerada normal. A regularidade facilita previsões de marés, calendário agrícola e planejamento de missões espaciais.
Por que acompanhar as fases?
Além do interesse científico, o ciclo lunar influencia atividades cotidianas. Setores de pesca e agricultura monitoram as marés e a luminosidade noturna para definir plantios e colheitas. Na área cultural, fases específicas da Lua são associadas a festivais, cerimônias religiosas e eventos turísticos, como trilhas noturnas e observações guiadas.
Para o público geral, saber quando a Lua estará visível em determinado formato pode inspirar passeios, fotografias e campanhas de conscientização sobre poluição luminosa. De acordo com especialistas em iluminação urbana, reduzir luzes artificiais em dias de Lua Cheia diminui desperdício de energia e realça o céu estrelado.
O que muda até a próxima Crescente?
A partir de 27 de setembro, o brilho da Lua aumentará gradualmente. Observadores podem notar o famigerado “fio de prata” no horizonte logo após o pôr do Sol. Essa borda iluminada se amplia noite após noite até perfazer 50 % do disco. No Quarto Crescente, previsto para 29 de setembro às 20h54, a Lua já aparece alta no céu durante a primeira metade da noite.
Para o leitor, acompanhar essa transição pode servir como termômetro natural de passagem do tempo. Aplicativos de astronomia, muitos gratuitos, enviam notificações em tempo real e oferecem mapas do céu personalizados, reforçando o aprendizado sobre o comportamento celeste.
Curiosidade
Você sabia que o termo “lunação” vem do latim lunatio e era usado pelos antigos romanos para medir o tempo? O conceito foi fundamental na criação dos primeiros calendários agrícolas, que definiam períodos de plantio e colheita observando apenas o brilho da Lua no céu.
Se deseja ampliar o conhecimento sobre mudanças no espaço e como elas afetam o cotidiano, veja também as análises sobre satélites e lançamentos recentes em nossa seção de Tecnologia.
Para mais informações e atualizações sobre tecnologia e ciência, consulte também:
Quando você efetua suas compras por meio dos links disponíveis aqui no RN Tecnologia, podemos receber uma comissão de afiliado, sem que isso acarrete nenhum custo adicional para você!


