O Disney+ adicionou ao seu catálogo o filme ZOMBIES 4: A Era dos Vampiros, quarto capítulo da popular franquia musical iniciada em 2018. Lançada em 11 de julho, a nova produção reúne novamente Milo Manheim e Meg Donnelly nos papéis de Zed e Addison, agora como conselheiros de um acampamento de verão onde vampiros e “daywalkers” disputam território.


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Trama coloca vampiros e daywalkers em confronto musical
O enredo parte de um conflito direto entre duas facções sobrenaturais. Vampiros tradicionais reivindicam o controle de um acampamento isolado, enquanto os daywalkers — criaturas capazes de circular à luz do dia — também desejam o mesmo espaço. Dentro desse cenário, Zed e Addison atuam como mediadores, buscando evitar uma divisão definitiva entre os grupos e impedir que um mal maior desperte.
Segundo a sinopse oficial, o filme mantém a mistura de música, dança e elementos fantásticos que caracterizam toda a série. A trilha sonora apresenta 13 faixas inéditas compostas por Tom Howe, incluindo os singles “The Place to Be” e “Don’t Mess With Us”.
Produção investe em elenco jovem e trilha inédita
O elenco principal volta a contar com Milo Manheim e Meg Donnelly, agora também creditados como produtores executivos. O longa introduz novos personagens: Victor, interpretado por Malachi Barton, Nova, vivida por Freya Skye, e Ray, papel de Julian Lerner. Os três ampliam a narrativa ao explorar dilemas de identidade e união entre as facções.
Dirigido por Paul Hoen, responsável pelos filmes anteriores da saga, ZOMBIES 4 foi filmado em Auckland, na Nova Zelândia. A escolha da locação favoreceu cenas externas em ambientes florestais, compatíveis com a ambientação de acampamento. De acordo com materiais de divulgação, o projeto manteve altos valores de produção, combinando coreografias elaboradas, efeitos especiais de maquiagem e números musicais gravados em sets construídos para a ocasião.
Encerramento simbólico para a fase de Zed e Addison
Este capítulo funciona como ponto de transição dentro da franquia. A narrativa apresenta Zed e Addison em posições de liderança, orientando monstros mais novos a resolver diferenças. Tal escolha, segundo os produtores, encerra o arco dos protagonistas originais e abre espaço para que novos personagens assumam maior protagonismo em eventuais continuações ou derivados.
Relatórios do próprio estúdio indicam que a franquia Zombies se consolidou como parte do catálogo teen do Disney+, atraindo públicos que consomem musicais e produções com temática sobrenatural leve. Ao associar vampiros, zumbis e outras criaturas à música pop, a série tem alcançado bom desempenho em plays e downloads de trilhas sonoras nas principais plataformas de streaming.
Impacto para o público e para a estratégia do Disney+
Para o espectador, a chegada de ZOMBIES 4 representa a manutenção de um universo familiar, agora com temas de diálogo e mediação de conflitos que podem ressoar entre adolescentes. A presença de canções originais favorece a repetição de cenas e impulsiona a audiência em playlists, modelo já testado em sucessos como “High School Musical”.

Imagem: Fran Dias
Do ponto de vista do Disney+, a estreia reforça a oferta de conteúdos exclusivos direcionados ao público juvenil, segmento considerado estratégico para retenção de assinaturas. Especialistas em mercado de streaming observam que franquias recorrentes ampliam o tempo médio de permanência na plataforma, pois incentivam maratonas e consumo cruzado de produtos associados, como trilhas e merchandising.
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Este lançamento indica que o Disney+ continua apostando em narrativas musicais com forte apelo visual e temático. No cotidiano do assinante, a novidade adiciona mais uma opção de filme original para sessões em família, além de possíveis novas músicas que podem rapidamente ganhar destaque em redes sociais e aplicativos de vídeo curto.
Curiosidade
Embora o quarto filme foque em vampiros, a franquia começou abordando zumbis que jogavam futebol americano e lobisomens que procuravam uma pedra lunar. O uso de monstros populares serve como metáfora para inclusão e diversidade, estratégia que, segundo executivos, facilita a discussão de temas sociais em um formato leve e acessível.
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