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DLSS da Nvidia multiplica desempenho em jogos; entenda como a IA faz isso

Entretenimento

O Deep Learning Super Sampling (DLSS), tecnologia proprietária da Nvidia, vem se consolidando como principal ferramenta de upscaling em games para PC. Apoiado nos núcleos Tensor Cores das GPUs GeForce RTX, o recurso permite renderizar cenas em resolução inferior e reconstruí-las em definição mais alta por meio de inteligência artificial. O resultado combina melhor taxa de quadros por segundo (FPS) com manutenção da nitidez, fator que beneficia jogadores e desenvolvedores desde o lançamento do padrão em 2018.

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Como o DLSS reconstrói as imagens

Diferentemente de técnicas tradicionais de suavização, o DLSS utiliza redes neurais treinadas com milhões de frames em alta qualidade. Durante o processamento, a GPU gera o quadro do jogo em resolução reduzida para aliviar a carga gráfica. Em seguida, a IA analisa dados de movimento, profundidade e iluminação, recriando cada pixel para coincidir com a resolução nativa do monitor.

Nessa etapa, as instruções são executadas nos Tensor Cores, unidades de hardware dedicadas a cálculos de aprendizado de máquina. Segundo dados oficiais da Nvidia, essa abordagem libera recursos para efeitos visuais mais exigentes, como Ray Tracing, sem impor perda perceptível de qualidade. Além disso, o DLSS inclui módulos complementares:

  • Frame Generation – cria quadros intermediários para elevar a taxa de FPS até quatro vezes, útil em títulos de mundo aberto ou simuladores;
  • Ray Reconstruction – aprimora reflexos e sombras em jogos com suporte a traçado de raios;
  • DLAA – variante de anti-aliasing que prioriza fidelidade visual em vez de desempenho.

Vantagens e desafios para jogadores e desenvolvedores

A principal vantagem relatada por estúdios é a possibilidade de oferecer gráficos em 4K sem exigir placas de vídeo topo de linha. Para o usuário final, isso se traduz em experiências mais fluidas em monitores de alta frequência, com impacto positivo em gêneros competitivos e de ação rápida. De acordo com especialistas em hardware, o ganho de FPS pode chegar a 100% em configurações específicas, especialmente quando o Ray Tracing está ativado.

Entretanto, a tecnologia apresenta limitações. Testes independentes apontam que, em determinadas cenas com geometrias complexas ou objetos muito finos, podem surgir artefatos como cintilação ou ghosting. O modo Frame Generation também pode elevar o input lag, fator crítico em eSports. Outro obstáculo é a exclusividade para a linha RTX, o que restringe o público-alvo e exige implementação individual por parte de cada desenvolvedor.

Impacto no mercado e futuro do upscaling

A adoção crescente do DLSS vem influenciando concorrentes a buscar soluções equivalentes. AMD FidelityFX Super Resolution e Intel XeSS surgiram com propostas semelhantes, mas sem depender de hardware proprietário. Analistas de mercado observam que essa competição acelera a evolução do upscaling por IA e pressiona estúdios a integrar múltiplas opções nos motores gráficos.

Para o consumidor, a tendência aponta para ciclos de upgrade de GPU mais espaçados. Com o DLSS compensando parte da demanda por processamento bruto, placas de gerações anteriores ganham sobrevida em resoluções elevadas. A longo prazo, espera-se que versões futuras do algoritmo reduzam artefatos e ampliem a compatibilidade de jogos, favorecendo um ecossistema mais uniforme.

Na prática, a escolha de ativar o DLSS pode alterar significativamente a experiência de jogo. Usuários que buscam máxima qualidade visual podem optar pelo modo Qualidade, enquanto aqueles que priorizam desempenho encontram no modo Desempenho uma solução para alcançar taxas superiores a 120 FPS sem comprometer a nitidez. O entendimento dessas configurações ajuda a otimizar recursos de hardware e eleva o potencial de títulos recentes, mesmo em setups intermediários.

Se você deseja continuar acompanhando inovações em processamento gráfico, vale conferir outras matérias da seção de tecnologia. Em nossa página de Tecnologia é possível encontrar atualizações sobre GPUs, CPUs e tendências de mercado.

Curiosidade

Antes do DLSS, a Nvidia já experimentava métodos de IA para imagens em áreas como medicina e astronomia. Parte desses algoritmos foi adaptada ao ambiente de jogos, demonstrando como soluções de setores científicos podem migrar para o entretenimento digital e transformar o desempenho gráfico em tempo real.

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