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Tim Curry relata craniectomia de emergência após AVC e destaca importância do socorro rápido

Entretenimento

Tim Curry, conhecido por clássicos como “The Rocky Horror Picture Show” e “It”, revelou ter passado por uma craniectomia de emergência depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) em 2012. O ator detalha o episódio em suas memórias recém-publicadas, “Vagabond”, onde descreve os minutos decisivos que antecederam a cirurgia que lhe salvou a vida.

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Massagem interrompida pelo sinal de alerta

O AVC ocorreu enquanto Curry recebia uma massagem em casa, em Los Angeles. Segundo o relato, ele começou a sentir um mal-estar repentino e pediu ao massagista que continuasse o atendimento. O profissional, porém, identificou sinais de urgência e acionou o serviço de emergência, atitude considerada fundamental para evitar sequelas ainda mais graves. “Provavelmente devo minha vida ao fato de que ele me ignorou e seguiu o seu instinto”, relata o ator no livro.

Socorristas chegaram poucos minutos depois e encaminharam Curry a um hospital local. Especialistas em neurologia explicam que a janela de tratamento para pacientes com AVC é estreita: cada minuto sem atendimento pode resultar em perda irreversível de milhões de neurônios. Nesse contexto, a decisão do massagista de chamar ajuda imediatamente foi determinante.

Craniectomia: medida extrema para aliviar a pressão cerebral

Já no hospital, exames de imagem confirmaram que o lado direito do cérebro de Curry estava sofrendo uma grave inflamação. A equipe médica optou por uma craniectomia de emergência — procedimento em que parte do crânio é removida para reduzir a pressão intracraniana. “Meu crânio foi literalmente aberto para salvar a minha vida”, descreve o ator. “Não era o melhor visual, mas eu estava vivo, e isso era o que importava.”

A cirurgia é considerada de alto risco, reservada a casos em que a pressão não pode ser controlada por outros meios. De acordo com dados oficiais de instituições de neurocirurgia, a intervenção pode aumentar significativamente as chances de sobrevivência quando feita nas primeiras horas após o AVC, embora costume deixar cicatrizes visíveis e exigir longa reabilitação.

Sequelas e reabilitação

O acidente vascular comprometeu o controle motor do lado esquerdo do corpo de Curry. Ele afirma que conseguia compreender palavras, mas tinha dificuldade para processá-las nas semanas seguintes ao episódio. A recuperação incluiu fisioterapia intensiva, terapia da fala e acompanhamento psicológico. “A vida ficou extremamente lenta e incerta por um bom tempo”, afirma. Mais de uma década depois, o ator ainda convive com limitações, mas enfatiza o sentimento de gratidão por estar vivo.

Segundo especialistas em neurologia clínica, pacientes que sofrem AVC no hemisfério direito enfrentam desafios de mobilidade e percepção espacial. A reabilitação pode durar anos, com avanços graduais na força muscular e na coordenação motora. Estudos recentes indicam que o engajamento do paciente em atividades físicas adaptadas é decisivo para a retomada de funções.

Números do AVC e lições para o público

Relatórios do Ministério da Saúde apontam que o AVC é uma das principais causas de morte no Brasil, com cerca de 100 mil óbitos por ano. A prevenção inclui controle de pressão arterial, prática regular de exercícios e abandono do tabagismo. Entretanto, mesmo pessoas sem fatores de risco aparentes — como no caso de Curry — podem ser acometidas.

A experiência do ator reforça a importância de reconhecer sinais clássicos, como fraqueza súbita em um lado do corpo, dificuldade de fala e assimetria facial. Profissionais de saúde recomendam acionar o serviço de urgência ao primeiro indício de sintomas, já que a rapidez do atendimento influencia diretamente o prognóstico.

Análise de impacto para o leitor

O relato de Tim Curry evidencia que qualquer pessoa pode se deparar com um AVC e que a resposta imediata faz diferença entre sequelas graves e uma recuperação possível. Ao conhecer os sinais de alerta e manter exames regulares em dia, o público amplia suas chances de intervenção precoce. Além disso, a história ilustra como procedimentos extremos, embora assustadores, podem ser a única saída para preservar a vida em situações críticas.

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Curiosidade

Embora a craniectomia seja percebida como algo raro, estudos históricos mostram que civilizações antigas já realizavam trepanações — remoções de fragmentos do crânio — para tratar traumas ou aliviar “pressões malignas”. Hoje, a técnica evoluiu com recursos de neur navegação e materiais biocompatíveis, mas o princípio de reduzir a pressão cerebral permanece semelhante ao dos antepassados. O caso de Tim Curry traz à tona essa ligação entre práticas milenares e a moderna neurocirurgia.

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