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Rolling Stone coloca clássico de 1987 no topo e destaca “A Caçada” como a grande surpresa da franquia Predador

Entretenimento

A revista Rolling Stone Brasil divulgou um ranking com os nove longas da franquia Predador, ordenados do último ao primeiro lugar. O levantamento aponta o filme original, lançado em 1987, como a produção mais relevante da série, enquanto “O Predador: A Caçada”, de 2022, ocupa a segunda posição e é descrito como o maior fôlego criativo do universo dos Yautja em décadas.

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Clássico de 1987 mantém liderança no imaginário popular

Lançado há 36 anos, “O Predador” (1987) continua sendo a referência máxima quando se fala na combinação de ação militar, suspense e ficção científica. A estreia do extraterrestre caçador nos cinemas apresentou ao público um antagonista com tecnologia avançada, capaz de rastrear calor e tornar-se praticamente invisível. Segundo a Rolling Stone, o impacto cultural do longa dirigido por John McTiernan sustenta até hoje o status de cult, tornando a produção insuperável dentro da própria saga.

Com locações na selva da Guatemala e orçamento estimado em US$ 15 milhões, o filme gerou faturamento superior a US$ 98 milhões em todo o mundo, de acordo com dados de bilheteria divulgados na época. A atuação de Arnold Schwarzenegger, então no ápice da carreira após “O Exterminador do Futuro” e “Comando para Matar”, contribuiu para popularizar a figura do soldado da elite norte-americana frente a uma ameaça desconhecida. Especialistas em cinema apontam que a simplicidade do enredo — grupo de combatentes cercado e caçado — foi decisiva para criar tensão crescente sem depender de efeitos visuais exuberantes.

“O Predador: A Caçada” reposiciona a franquia

Lançado diretamente no streaming em 2022, “O Predador: A Caçada” (Prey, no título original) ficou em segundo lugar no ranking. Ambientado em 1719, o longa retrata a história de Naru, uma jovem comanche que busca provar seu valor como caçadora durante o período colonial na América do Norte. Dirigido por Dan Trachtenberg, o filme aposta em longas sequências silenciosas e uso extensivo de paisagens naturais para intensificar a sensação de perigo.

De acordo com críticas citadas pela Rolling Stone, a escolha de ambientar a narrativa dois séculos antes dos eventos do filme de 1987 devolveu à série o suspense perdido em tentativas mais recentes de atualização. O roteiro, considerado enxuto, combina crítica histórica a respeito da presença colonial europeia com empoderamento feminino, ao colocar Naru frente à criatura alienígena. Relatórios de audiência de plataformas de streaming indicam que o título se tornou um dos mais vistos do serviço Hulu nas primeiras semanas de exibição.

Trachtenberg, conhecido pelo suspense “Rua Cloverfield, 10”, optou por efeitos práticos para o traje do predador e inseriu detalhes que remetem a armamentos indígenas, reforçando o choque cultural. O resultado, observam analistas, foi um equilíbrio raro entre fidelidade à mitologia original e inovação de linguagem cinematográfica.

Relevância atual da franquia

Mesmo com recepções irregulares ao longo das décadas, a série Predador permanece entre as mais reconhecidas do cinema de ficção científica. Estudos de mercado da Comscore mostram que filmes vinculados a propriedades intelectuais consolidadas tendem a obter resultados satisfatórios no vídeo sob demanda, principalmente quando apresentam revisões de tom ou contexto histórico. Foi o caso de “A Caçada”, que, segundo executivos do estúdio 20th Century Studios, superou expectativas de assinatura em 2022.

A preferência pelo clássico de 1987 indica, segundo analistas de indústria, que o público valoriza tramas diretas e ameaças claramente definidas. A manutenção de elementos como floresta densa, clima de sobrevivência e antagonista invisível segue determinante para cativar tanto fãs antigos quanto novos espectadores.

Possíveis desdobramentos

O sucesso recente do filme ambientado no século XVIII reacendeu discussões sobre outros recortes históricos para futuros capítulos. Roteiristas ligados à franquia já declararam em entrevistas anteriores que episódios ambientados em diferentes períodos — do Japão feudal ao front da Primeira Guerra Mundial — figuram entre possibilidades de desenvolvimento.

Dentro do estúdio, o resultado positivo da abordagem minimalista fortalece a tendência de orçamentos mais contidos e distribuição híbrida, combinando streaming e lançamentos em cinema. Especialistas avaliam que esse modelo reduz risco financeiro e permite mais liberdade criativa, ponto crucial para reviver franquias com longa trajetória.

Impacto para o público e para o mercado

Para o espectador, o ranking da Rolling Stone oferece um guia prático de por onde começar ou revisitar a saga. Quem desejar conhecer a cronologia pode optar por assistir primeiro ao original de 1987 e, em seguida, avançar para a experiência distinta de “A Caçada”. Já para o mercado, o destaque a esses dois títulos reforça a ideia de que resgates de conceitos fundamentais, aliados a ambientações inéditas, tendem a renovar marcas consolidadas sem depender exclusivamente de efeitos digitais.

Curiosidade

Por trás da máscara do predador do filme original chegou a estar o ator belga Jean-Claude Van Damme, designado para operar um traje completamente diferente do visual final. Ele abandonou o projeto após perceber a dificuldade física das gravações e por discordar do papel secundário. A troca de intérprete e o redesenho da criatura, criados pelo estúdio de efeitos de Stan Winston, foram decisivos para o visual icônico que permanece até hoje.

Para quem acompanha o universo do entretenimento, vale conferir outras análises sobre produções de sucesso na nossa seção dedicada. Acesse a categoria e descubra tendências que movimentam o cinema e o streaming: clique aqui para continuar lendo.

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