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Robô ALLEX mostra mãos precisas e promete interação humana natural

Tecnologia

Uma nova demonstração tecnológica coloca a Coreia do Sul novamente no centro das atenções do setor de robótica. A WIRobotics, fundada há quatro anos por ex-engenheiros da divisão de robôs da Samsung, apresentou o ALLEX (sigla para “All Experience”), humanoide que busca aproximar máquinas e pessoas por meio de sensores de força distribuídos em braços, dedos e cintura.

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Mãos que sentem e se adaptam

No vídeo de estreia, o ALLEX exibe uma cabeça repleta de câmeras e sensores, mas são as mãos que chamam maior atenção. Os dedos realizam movimentos rápidos e contínuos que lembram a destreza humana, característica rara em robôs comerciais. Segundo a empresa, cada dedo é capaz de medir e reagir a forças externas, permitindo que o robô ceda quando pressionado ou ajuste a pegada para manipular objetos frágeis.

A WIRobotics afirma que os braços do ALLEX apresentam mais de dez vezes menos atrito e inércia rotacional do que braços colaborativos convencionais. Na prática, essa redução significa interações mais suaves e seguras quando uma pessoa toca ou empurra o robô. O objetivo é que a máquina pareça “viva” ao contato, sem movimentos bruscos ou resistência excessiva.

Combinados, os sistemas de detecção corporal e a mecânica de baixo atrito formam o que a empresa descreve como “compliance de corpo inteiro”. O conceito permite que o dispositivo absorva impactos, compense cargas inesperadas e mantenha o equilíbrio durante tarefas delicadas, um passo importante para usos em fabricação de precisão ou assistência física a humanos.

IA integrada e projeto de longo prazo

A WIRobotics já trabalha com uma startup especializada em inteligência artificial para desenvolver as “smarts” do ALLEX. A meta é garantir que os dados coletados pelos sensores sejam acompanhados por algoritmos capazes de interpretar contextos complexos em tempo real. Além disso, a companhia colabora com instituições de pesquisa nacionais e internacionais para acelerar testes de campo.

Embora o protótipo atual exiba apenas a parte superior do corpo, os executivos planejam introduzir pernas em versões futuras. De acordo com Yong-Jae Kim, co-CEO e diretor técnico, o cronograma prevê o lançamento de um humanoide de uso geral dentro de até cinco anos. O modelo final deverá executar tarefas domésticas, industriais ou de serviços, ampliando o conceito de robôs como companheiros do cotidiano.

Kim afirma que o projeto ultrapassa a simples imitação de movimentos humanos: “É o primeiro robô que realmente experiencia e responde ao mundo real”. Esse posicionamento sugere que a empresa pretende competir com marcas conhecidas, como Boston Dynamics e Figure, que também disputam o mercado de humanoides versáteis.

Mercado atento a aplicações práticas

Especialistas avaliam que mãos robóticas com capacidade de sentir força podem redefinir processos de montagem fina, manuseio de componentes eletrônicos ou apoio a pessoas com mobilidade reduzida. No entanto, a adoção depende de testes robustos de segurança e de regulamentações que acompanhem a evolução tecnológica.

Em paralelo, fabricantes de próteses observam a solução da WIRobotics como possível base para membros artificiais avançados. A mesma arquitetura de sensores poderia oferecer feedback tátil a usuários, aproximando próteses de membros biológicos em termos de resposta e naturalidade.

Para quem deseja acompanhar avanços semelhantes em aprendizado de máquina, a seção de IA do Remanso Notícias reúne notícias e análises sobre o tema.

Com o ALLEX, a Coreia do Sul demonstra ambição de liderar a próxima geração de robôs colaborativos. Ainda faltam detalhes sobre autonomia energética, preço e disponibilidade comercial, mas a combinação de percepção tátil e design leve coloca o protótipo entre os mais promissores do setor.

Fique atento às próximas atualizações da WIRobotics e de outros players globais, pois os testes em ambientes reais indicarão se o robô alcançará a versatilidade prometida. Continue acompanhando nosso portal para não perder os próximos desdobramentos.

Curiosidade

Pesquisadores estimam que a mão humana execute cerca de 2 000 posições distintas, desafio que há décadas orienta o desenvolvimento de robôs. Para reproduzir essa variedade, o ALLEX utiliza motores miniaturizados e sensores de torque em cada articulação. Esse conjunto permite detectar variações de força inferiores a 0,1 newton, valor próximo à sensibilidade de um dedo humano ao tocar um papel.

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