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MacBook reforça proteção: 6 ajustes de segurança que você pode ativar agora

Tecnologia

O macOS é tradicionalmente visto como um sistema menos vulnerável a malwares do que outras plataformas, mas esse histórico não dispensa cuidados adicionais. Alguns dos recursos de proteção mais robustos chegam desativados de fábrica nos MacBooks, exigindo configuração manual. A seguir, confira seis ajustes recomendados por especialistas em cibersegurança que podem elevar o nível de proteção do seu computador.

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Criptografia de disco garante sigilo de dados com o FileVault

A criptografia de sistema de arquivos impede que terceiros acessem informações armazenadas, mesmo que tenham contato físico com o dispositivo. Nos Macs, essa camada é oferecida pelo FileVault, ferramenta nativa que bloqueia o disco até que a senha do usuário seja inserida. De acordo com informações oficiais da Apple, a funcionalidade está disponível em todos os modelos equipados com chip T2 ou Apple Silicon, porém permanece desativada por padrão.

Para habilitar, o caminho é Ajustes do Sistema > Privacidade e Segurança > FileVault. Uma chave de recuperação é gerada durante o processo, devendo ser armazenada em local seguro para eventuais desbloqueios em caso de perda de senha. Especialistas da indústria lembram que a criptografia não afeta o desempenho perceptível em máquinas recentes, mas adiciona uma barreira decisiva contra acesso não autorizado em situações de roubo ou extravio.

Firewall interno bloqueia conexões de entrada indesejadas

O firewall monitoriza o tráfego de rede e decide quais solicitações podem alcançar o computador. Apesar de integrar o sistema, ele também chega desabilitado de fábrica. O usuário deve acessar Ajustes do Sistema > Rede > Firewall para ligar o recurso e escolher se quer permitir automaticamente serviços essenciais, como AirDrop, ou se prefere bloqueio total.

Para quem precisa de controle sobre saídas de dados – algo não oferecido pelo firewall nativo – softwares de terceiros podem identificar e autorizar somente programas específicos. Relatórios da comunidade de segurança ressaltam que essa prática reduz a exposição de informações sensíveis a servidores desconhecidos, sobretudo quando se instalam aplicativos fora da App Store.

Backups protegidos evitam vazamento de arquivos históricos

O Time Machine facilita a cópia de segurança, mas, sem criptografia, o disco de backup pode se transformar em ponto frágil. A Apple permite ativar a proteção tanto em unidades USB quanto em volumes de rede, com um alerta: ao criptografar discos compartilhados, todos os dados existentes serão apagados.

Basta selecionar a opção “Criptografar backups” na tela de escolha do disco. Analistas de mercado destacam que, além de prevenir acessos não autorizados, a medida cumpre requisitos de compliance em empresas que lidam com dados sensíveis ou regulamentados.

Permissões de aplicativos devem ser revisadas periodicamente

O macOS solicita autorização específica quando um app precisa de localização, câmera, microfone ou acesso total ao disco. Entretanto, conforme mais programas são instalados, a lista de permissões cresce e pode passar despercebida. Em Privacidade e Segurança, o usuário encontra categorias como Fotos, Arquivos e Pastas e Monitoramento de Entrada.

Revisar essa lista ajuda a revogar permissões que já não fazem sentido ou que tenham sido concedidas por engano. Segundo profissionais de privacidade digital, a manutenção recorrente impede que softwares obsoleto coletem informações além do necessário.

Código aberto amplia transparência e permite auditorias independentes

Projetos open-source disponibilizam o código-fonte para inspeção pública. Esse modelo favorece correções rápidas, pois qualquer pesquisador pode reportar vulnerabilidades. Embora não exista garantia absoluta de ausência de falhas, a visibilidade contribui para identificar e corrigir problemas com mais agilidade.

Ao priorizar aplicativos de código aberto no dia a dia, o usuário multiplica o número de olhares atentos sobre a segurança do software. Organizações como a Fundação Mozilla e a comunidade KDE divulgam relatórios periódicos de auditoria, reforçando a confiança no modelo de desenvolvimento aberto.

VPN entrega camada extra de criptografia na internet

A conexão via rede virtual privada (VPN) encapsula todo o tráfego em um túnel criptografado, ocultando registros de navegação do provedor de internet. O macOS permite configurar serviços comerciais ou corporativos em Rede > VPN. Quando bem implementada – com prevenção a vazamento de DNS, por exemplo – a tecnologia protege sessões em redes Wi-Fi públicas e dificulta a correlação de atividades online com o endereço IP real.

Relatórios do setor apontam aumento de adoção de VPNs entre profissionais em regime híbrido, que alternam entre home office e escritórios externos. A solução se torna particularmente útil para acessar sistemas corporativos sem expor credenciais em redes abertas.

Impacto para o usuário: Ativar os seis recursos descritos leva poucos minutos na maioria dos casos, mas eleva significativamente a resiliência do MacBook contra ameaças modernas, sejam elas roubo físico, espionagem de rede ou coleta abusiva de dados pessoais.

Curiosidade

O primeiro Mac a receber criptografia de disco embutida foi o OS X 10.7 Lion, lançado em 2011. Na época, o FileVault funcionava apenas na pasta do usuário. Com o FileVault 2, a Apple ampliou o recurso para todo o disco, tecnologia que hoje é padrão, mas ainda precisa ser ativada manualmente em novos dispositivos.

Para mais informações e atualizações sobre tecnologia e ciência, consulte também:

Se você deseja continuar aprofundando o tema da segurança digital e conhecer outras soluções de proteção, confira também a seção de tecnologia em Remanso Notícias, onde publicamos guias e atualizações sobre os principais lançamentos do setor.

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